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Doroni Hilgenberg




Liberdade...liberdade... o prazer de ir e vir.
e voltar, quando a saudade, já não deixa mais sorrir!

Ninguém é de ninguém... ver aqui
Eu caminho pelas ruas e sem destino
Vejo teu rosto refletido nas vidraças
Nas calçadas, meus pés andam sozinhos
E me perco nas esquinas - solitária!

Uma chuva vem caindo e de mansinho
Se mistura à minha lágrima silenciosa
Meu coração tão sensível, não te esquece
E não encontro lenitivo pra saudade...

Mas compreendo que o amor não é eterno
Nem é eterna esta vida que nos prende
A este corpo que se faz só mensageiro...

E se o tempo passa, o mesmo nos protege
Contra a tristeza que se faz pelos caminhos
Porque na verdade, ninguém é de ninguém!


Doroni Hilgenberg 23-06-09


sobre a obra


Um poema sobre a vida passageira e um amor desencontrado

6 comentários:

Glória Müller disse...

SENSAÇÕES CORRIQUEIRAS, LIGEIRAS, MAS TOTALMENTE VERDADEIRAS...
É ISSO AÍ!
ABRAÇOS, FERNANDO!
GLÓRIA

victoria disse...

Cuanta verdad hay en tu bello poema amigo,gracias por compartirlo,cuando sale del corazón esmuchomás bello.Con cariño Vicky

fernando oliveira disse...

Glória, agradeço no nome da autora, por mim fico mais uma vez agradado com a tua visita.

abraços

Fernando

fernando oliveira disse...

Victoria, mais uma vez agradeço no nome da autora, fico feliz que tenhas gostado.

o meo obrigado.

abraços

Fernando

Doroni Hilgenberg disse...

Fernando.
Não imagina como fico feliz e comovida em ver um poema meu editado em seu Blog.
Obrigada amigo,
Agradeço também as pessoas que leram e que gostaram do poema
bjs a todos
Doroni

fernando oliveira disse...

O prazer é meu Doroni.

abraços.